INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NO PROGRAMA DE VISITA ESCOLAR PROGRAMADA DO MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS (MAST)

Autores

  • Carla de Oliveira Gonçalves Instituto Armando Dias Tavares / Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
  • Maria da Conceição Barbosa-Lima Instituto Armando Dias Tavares / Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

DOI:

https://doi.org/10.37156/RELEA/2013.15.007

Palavras-chave:

Educação inclusiva, Deficiência visual, Educação não formal.

Resumo

A educação inclusiva no Brasil, contemplada na Constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96), destaca a importância e urgência de se promover a inclusão escolar como elemento formador da nacionalidade. A educação inclusiva diz respeito a todas as pessoas que enfrentam dificuldades na escola. A inclusão deve estar em todas as instituições educacionais (formais e não formais). Nosso objetivo, no trabalho de final de curso de licenciatura, foi apresentar o relato de experiência de mediação aos alunos deficientes visuais do Instituto Benjamin Constant (IBC) no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), as modificações e novas propostas para o Programa de Visita Escolar Programada (VEP) através de um aparelho especialmente construído onde se pode perceber o céu na latitude próxima a do Rio de Janeiro.

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Publicado

2013-07-01

Como Citar

Gonçalves, C. de O., & Barbosa-Lima, M. da C. (2013). INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NO PROGRAMA DE VISITA ESCOLAR PROGRAMADA DO MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS (MAST). Revista Latino-Americana De Educação Em Astronomia, (15), 7–26. https://doi.org/10.37156/RELEA/2013.15.007

Edição

Seção

Artigos